Sinais luminosos, fotoluminescentes e de segurança — perceba a diferença, onde são obrigatórios e porque a sinalética mal colocada é uma das não conformidades mais comuns em vistoria.
Em caso de incêndio, o fumo reduz drasticamente a visibilidade e a energia elétrica pode falhar em segundos. A sinalização de emergência existe para continuar a orientar as pessoas até uma saída segura mesmo nessas condições — daí a exigência de sinais fotoluminescentes (que acumulam luz e continuam visíveis no escuro) complementados por iluminação de emergência nos pontos críticos.
Os pictogramas de sinalização de segurança seguem a norma internacional ISO 7010, que estandardiza formas, cores e símbolos para que sejam reconhecíveis independentemente do idioma. Esta normalização é relevante sobretudo em edifícios com grande afluência de público não residente, onde a sinalética precisa de ser universalmente compreensível.
A sinalização de emergência não existe isolada — faz parte do plano de evacuação definido nas Medidas de Autoproteção (MAP) do edifício, e a sua localização deve ser coerente com os percursos e saídas definidos nesse plano. É por isso que a instalação de sinalética deve ser pensada em conjunto com quem elabora a MAP, e não como um item avulso de checklist.
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